RODRIGO BATISTA

É encenador, ator e educador. Mestre e bacharel em Direção Teatral pela Universidade de São Paulo, sob orientação de Antônio Araújo.

Fundou em 2007, em parceria com outros artistas que se reuniram sob o interesse de conceber uma criação teatral de modo processual e colaborativo, o [pH2]: estado de teatro, que apresenta ao público uma investigação da linguagem teatral em diálogo com a filosofia, o cinema e a dança.

Dirigiu cinco espetáculos e um experimento cênico. Atuou em dois espetáculos. Orientou dois processos artísticos-pedagógicos. Dirigiu um curta-metragem.

 

Ao longo de sua trajetória recebeu importantes incentivos, entre eles: Lei de Fomento ao Teatro (2011/2015), Prêmio Myriam Muniz (2015), Rumos Itaú Cultural (2014), Prêmio ProCultura do Ministério da Cultura (2012) e realizou parcerias com instituições como SESC, Centro Cultural São Paulo e Instituto Goethe.

De 2007 a 2012 empenhou-se em pesquisar sobre a possibilidade do trágico no mundo contemporâneo, desenvolvendo a trilogia: Manter em local seco e arejado, Mantenha Fora do alcance de crianças e Átridas. Dirigiu os dois primeiros espetáculos e atuou no terceiro.

 

Dirigiu o experimento cênico Família Vende Tudo a convite do Teatro da Vertigem, a partir da obra O Jardim das Cerejeiras de Anton Tchekhov em 2011. 

 

Atuou no espetáculo Stereo Franz, criado a partir da obra dramatúrgica de Georg Büchner, que estreou em Giessen, Alemanha, em 2013.

Dirigiu o texto Um Carvalho do autor inglês Tim Crouch em 2013.

Em 2015, co-elaborou o Projeto 85: a dívida em três episódios em parceria com o grupo colombiano La Maldita Vanidad e com o grupo mexicano Lagartijas Tiradas al Sol. O espetáculo é composto por um curta-metragem (O rosto da mulher endividada), um espetáculo ficcional (O rosto do homem endividado) e um espetáculo documental (O rosto do país endividado). Co-dirigiu os dois primeiros trabalhos e atuou no terceiro.

Em 2016 concebeu e co-dirigiu o espetáculo A Sagração da Primavera - Quadros de uma dívida não paga, que estabelece uma relação direta da linguagem teatral com o cinema e a dança.

Como educador atuou no Programa Vocacional em 2012 e 2013 e dirigiu adolescentes em dois Projetos Espetáculos na Fábrica de Cultura do Capão Redondo (Eu, cavalo, 2014 e Elogio ao rato, 2015).